Na contrapartida dos acontecimentos se aprende que os valores são aleivosias fraudulentas, que tange a capacidade das pessoas serem honestas umas às outras.
Aprende-se que a idealização do amor perfeito é uma quimera criada para satisfazer o ego, e que a devoção do zelo, é como cuidar de uma árvore sem raíz.
Sofre-se por saber que tolice é ser solícito, e que ser valente é estupidez. Mas todos querem ser destemidos e prestativos, e o sofrer é vil diante disso.
Contudo, de maneira corriqueira, vive-se por algumas horas e morre-se por alguns anos.
Até que chega o bom e certo sono.