Soube que toda a flor que impera à parte do seu oposto é ilusão. Se não o fosse, seria um rio de parte-a-parte desembocando num punhado de areia, que ilustra a palma de uma pequena mão.
Trágico seria se não contido estivesse a ânsia da mistura que projeta um ser que serve às custas processuais da meditação.
Dedos molhados, respiração ofegante, pensamentos a mil. Pare e pense, toda a recreação é assim: um domina e o outro acata; um estimula e o outro se motiva; um força e o outro cede.