quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O conúbio dos nubentes

Por entre portas aveludadas de madeira, ela emana e debruça o ventre adentro, bestificando o alarde sonoro que perfaz os olhos. Fora, há chuva e fel; angústia arreliante de uma coruja que pousou na torre esquerda dos sinos, antes de cantar no céu. Sorrisos... Aflição, medo, tortura, felicidade, meros sentimentos tolos que transcendem lindos laços de confraternização e familiaridade.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Veras

Defronte o morro, inicialmente, a interação e a paciência é clemente. Inevitavelmente têm continuidade, porque a veras ainda está por vir. Devido a espontaneidade os laços são desfeitos, as máscaras caem e, até o outro lado, tudo será evidenciado.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

À minha alma

A minha alma havia se perdido, mas eu a encontrei... Meio abatida, ferida. Ela teria mergulhado num lago frio e, não sei como, se desconectou de mim. Eu não sei como isso pôde acontecer. Uma coisa que, aparentemente, era impossível, aconteceu...
Hoje, eu tô me desapegando novamente dela. De uma outra forma, eu a doei para viver.

sábado, 13 de setembro de 2014

Toda saída

O que de concreto está à minha vista é ilusão. A imaginação é mais real e bonita - Sempre foi. Todas as formas de saída que me concedem é viajar; por entre buracos negros, ondas violentas e paisagens extranaturais.

O sol que dá no trópico é melancólico, ainda que tenha brilho e calor.