Por entre portas aveludadas de madeira, ela emana
e debruça o ventre adentro, bestificando o alarde sonoro que perfaz os olhos.
Fora, há chuva e fel; angústia arreliante de uma coruja que pousou na torre
esquerda dos sinos, antes de cantar no céu. Sorrisos... Aflição, medo, tortura,
felicidade, meros sentimentos tolos que transcendem lindos laços de confraternização
e familiaridade.
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