quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Autonomia Paradigmática

Mesmo desprezando os padrões da sociedade, a vida se cacaracteriza num absoluto paradigma. A liberdade que sonhamos é apenas uma fuga instantânea que alivia nosso sofrimento. Olhamos para atrás e vemos que ainda estamos sendo uma matilha adestrada, instruídos para sermos o que não somos. Ninguém é absolutamente autônomo, livre. O nosso próximo não nos permite isso, e querem que sejamos iguais a eles. Caso contrário, somos tachados de loucos ou subversivos.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Do outro lado do tempo, no pensamento

Histórias perdidas, em ruas distantes, cicatrizam idéias de outrora. Minha viagem vai a 1995: quantas labaredas a baixo daquele bueiro, e carvão pairando o ar. A praça arborizada fedendo a percevejo; o trem de ferro sucateado, e saqueado, de tanto sol e chuva que caiu por lá.

Lendas da ponte que vai dar em Baeté,
Sublinhado de histórias ocorridas no Chalé.
As balsas do rio Una em direção à Varzea
Do quintal de casa assistia e me contetava.

Era tudo igual. Não havia diferença. O mesmo vale para as casas da vila operária que tinham o mesmo formato, compostas de moradores trabalhadores, honestos e sensatos. 

Um som! (...) Bateu as 18 horas, é hora de largar. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Peça paz

Abastecendo o jogo do impasse, não se caracteriza a concordância do julgo. A compreensão dos tolos induz aos malefícios de impugnação destinados à força. Bruto. Em que pode não ser capaz.
Estenda um cartaz! Peça paz... Peça paz!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

João Galafuz

A lua cheia e o mar negro compunham o cenário; os coqueiros de palhas dançantes na praia; a ventania que não cessava e soprava; a raposa ruivante indo à caça.

Adentro, o mergulhão entre as pedras, de luz escarlate e reflexo verdejante, agitava as ondas no oceano, bem brilhante.