domingo, 22 de fevereiro de 2015

Do outro lado do tempo, no pensamento

Histórias perdidas, em ruas distantes, cicatrizam idéias de outrora. Minha viagem vai a 1995: quantas labaredas a baixo daquele bueiro, e carvão pairando o ar. A praça arborizada fedendo a percevejo; o trem de ferro sucateado, e saqueado, de tanto sol e chuva que caiu por lá.

Lendas da ponte que vai dar em Baeté,
Sublinhado de histórias ocorridas no Chalé.
As balsas do rio Una em direção à Varzea
Do quintal de casa assistia e me contetava.

Era tudo igual. Não havia diferença. O mesmo vale para as casas da vila operária que tinham o mesmo formato, compostas de moradores trabalhadores, honestos e sensatos. 

Um som! (...) Bateu as 18 horas, é hora de largar. 

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