Os distúrbios mentais são mais habituais do que se pensa. Vivemos num dilema costumeiro de transcendência de pensamentos, sentimentos e ações, tais quais nos causam auto engano e flagelo na alma.
As curvas, a circunferência, o grau de satisfação, e até mesmo a capacidade de nos fazerem rir ou chorar, são só caprichos retumbantes que forjamos, a fim de sentir o próprio ego ser massageado, e depois sentir-se livre para dizer que ama.
Quando caímos em si, vemos que loucura é não estar louco, mas sim "lúcido" do que afirmamos quando estávamos a usufruir da caridade alheia, em nossas relações cotidianas.
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