segunda-feira, 16 de junho de 2014

E, não era nada demais

Pois, tudo que era perfeito e tosco, foram-se os dias que o tempo roubou, sem dó nem piedade. Tudo era singelo e sem culpa. A única responsabilidade era da irresponsabilidade, que sempre vivia descuidada e ao mesmo tempo protegida.

O combate era intenso. Parecia mais um chuvisco no fim de tarde, em pleno verão; sentia-se o cheiro de terra molhada e se via a evaporação da água no chão. Tudo era mais um aperitivo para se fazer alegre. E por mais que a noite viesse, a liberdade só começava; a sede do riso, após o café com leite, não o bastante, transbordava.

Nenhum comentário:

Postar um comentário